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A formação do novo profissional de engenhariaA demanda por programas de qualidade e baratos tem levado educadores a melhorar o ensino, pesquisa e serviços. Os estudos mais recentes sobre o ensino de engenharia são:
Os currículos de engenharia devem ser reexaminados com uma visão do futuro e entrosando a colaboração entre os alunos, professores, pesquisadores, tendo em vista que a engenharia é global. Os principais requisitos são: pontualidade, melhora contínua, ética e entendimento do impacto social, econômico e ambiental das decisões da engenharia. A atual visão da sociedade americana para o ensino de engenharia sugere que as escolas devem ter uma visão e uma missão:
O bom estudante deve possuir habilidades sociais e extracurriculares, precisa ajustar-se a um ambiente global, desenvolver um raciocínio em alto nível de pensar em áreas teóricas e a entender a prática de métodos de avaliação e projeto. Além de ter habilidades interpessoais de abordagem em grupo, para a educação total. O modelo da Universidade de Wisconsin para melhora da instituição incluí:
Este processo ajuda a observar que aprender é fazer conexões. Os objetivos são planejar, implementar, avaliar e discutir mudanças em sala de aula, orientar e observar. No Brasil também se colocam questões sobre: como será a universidade do futuro? como preparar os alunos para a nova realidade profissional? A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo criou em 1991 um projeto de revisão da escola desde a sua fundação até as necessidades de preparar-se para responder aos desafios que o futuro trás como perspectiva. A preocupação atual é o grande desafio da preparação de recursos humanos para atender ao novo paradigma da indústria. A Comissão de Modernização Curricular, além de estudar toda a história de fundação e constituição da Escola Politécnica, contou com a participação de todos os seus departamentos, como também visitou 51 universidades no exterior. A principal conclusão foi a necessidade de se saber que profissional deseja-se formar, qual conhecimento estes profissionais devem adquirir na sua formação. A educação é um processo contínuo. Ao final das análises de todos os pontos estudados ficou definido que tipo de profissional a POLI deveria formar. Ao final do curso, o estudante deverá ter adquirido: sólida formação científica, adequada formação em técnicas da engenharia, capacidade de interpretação dos fatos da natureza e das organizações, habilidade para enfrentar situações novas com iniciativa e criatividade, capacidade de atualização, consciência de ser um agente da evolução econômica e social. Concluiu-se também que não há um currículo para as escolas de engenharia, tendo em vista que os avanços tecnológicos são muito rápidos e praticamente tudo está informatizado. Há necessidade de articulações e planejamentos entre os diferentes graus de ensino. A nova reforma curricular pressupõe o uso e a utilização de recursos disponíveis no mercado do país e do mundo, através dos recursos de rede, de Internet, os quais irão produzir uma grande revolução, ainda maior que a própria imprensa. No contexto mundial, o país importa tecnologia: equipamentos fabricados aqui (automóveis, computadores etc.) são fabricados a partir de projetos desenvolvidos no exterior. Então o Brasil precisa de engenheiros de produção de manufatura de manutenção (mais do que de projetos de desenvolvimentos e de pesquisa). A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo deve formar engenheiros para atuarem em projetos atuais e também preparar pesquisadores para serem gerentes, projetistas com visão ampla.
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