Artigo do programa
Pós graduação e pesquisa na engenharia

Procura do Mestrado por Profissionais Não-Docentes

Israel Brunstein


Criados no fim da década de 60, os cursos de pós-graduação "stricto sensu" em Engenharia na EPUSP, começaram a gerar titulações de Mestre em Engenharia a partir de 1970. Inicialmente destinados à carreira docente, desde logo, notou-se a presença entre os alunos de profissionais interessados em ampliar e aprofundar seus conhecimentos e obterem uma titulação que, até então, só poderia ser conseguida no exterior.

Ao longo do tempo, os cursos de Mestrado continuaram a ser procurados por profissionais de fora do âmbito acadêmico, situação que, por várias razões, continua persistindo.

Em nossas considerações, iremos, de início, destacar algumas das principais motivações da procura dos cursos de Mestrado por profissionais não-docentes; em seguida, serão feitas considerações sobre alguns aspectos do programa de Mestrado na Escola Politécnica para, finalmente, dar destaque a uma solicitação crescente por parte de empresas e instituições pela titulação de profissionais a elas vinculados e como esta nova demanda pode ser atendida.



Motivações para o curso de Mestrado na carreira profissional

A primeira razão básica para a procura de título de Mestre por profissionais não vinculados à carreira docente é a busca de complementação e aprofundamento de conhecimentos. Embora muitas disciplinas, preferencialmente as básicas, conservem um caráter acadêmico em sua essência, o contato dos professores com a prática da tecnologia traz para a sala de aula a discussão sobre aplicações, pesquisas e experiências, de grande valor para a formação dos alunos. Em alguns casos, a disciplina é conduzida por enfoque voltado para aplicações práticas.

Durante muitos anos, até que os cursos de curta duração assimilassem uma estrutura mais bem consolidada, não havia outra forma de obtenção destes conhecimentos fora do programa de Mestrado. A partir do final da década de 70, e durante a década de 80, de uma forma mais intensa, os cursos de curta duração experimentaram um grande desenvolvimento e, em parte, atenderam ao propósito citado. No entanto, em muitos destes cursos, com classes de composição heterogênea por natureza, onde os alunos buscavam ampliar ou complementar conhecimentos, o professor encontrava problemas na exposição da matéria em um nível de maior profundidade. Consequentemente, a procura pelo curso de Mestrado continuou para os alunos em busca de aprofundamento de conhecimentos.

Uma segunda razão para a busca do título de Mestre é a sua valorização por parte das empresas e pela sociedade de forma geral.

Como um produto que possui, intrinsecamente, uma conotação de desafio e um atestado de capacitação técnica ou científica, o título de Mestre acabou sendo aspirado por segmentos expressivos de profissionais.

As empresas reconheceram o valor do título e algumas delas já o colocaram como objetivo previsto em seus programas de desenvolvimento de pessoal, como atestam correspondências mantidas com a CPG - Comissão de Pós-Graduação. Ainda não chegou o tempo de esta valorização representar diferenças salariais, como ocorre em outros países, como por exemplo nos Estados Unidos, mas chega a ser elemento relevante em casos de contratações e promoções na estrutura funcional.

Outra razão para a procura de cursos de Mestrado é a velocidade com que o desenvolvimento tecnológico se processa, e a sua complexidade. Em muitos casos, não é suficiente a atualização de conhecimentos; há a necessidade de um aprofundamento e de uma reciclagem que exigem do profissional um apreciável grau de envolvimento. Como exemplo, podemos citar os desenvolvimentos nas tecnologias de gestão da produção tais como a Reengenharia, a Engenharia Simultânea, a Qualidade Total, Custeio Baseado em Atividades, para citar apenas algumas.

A Escola Politécnica, através da sua CPG, Comissão de Pós-Graduação, sempre atendeu a profissionais não-docentes e mesmo promoveu modificações estruturais em seu programa que, indiretamente, vieram a facilitar a consecução de suas titulações.



Aspectos do programa de Mestrado na Escola Politécnica

O programa de Mestrado da Escola Politécnica sempre apresentou uma resposta positiva, desde sua criação, no final da década de 60, como se observa pelo quadro de Mestres titulados a cada ano. Ao longo destes anos, diversas modificações foram introduzidas, sendo uma das mais significativas a recente, implementada em 1991.

As principais modificações propostas pela CPG e introduzidas, podem ser assim resumidas:

  • Revisão crítica da amplitude da dissertação, até então Racionalização do aproveitamento do tempo para oferta de disciplinas ao longo do ano, passando de um regime semestral para um regime com três períodos anuais. Com isso, um aluno de Mestrado em tempo integral tem a possibilidade de cursar, em um ano, todas as disciplinas necessárias para obtenção dos créditos exigidos no programa;
  • Substituição da disciplina de Seminários por um exame de qualificação, onde um projeto de dissertação é apresentado perante uma banca examinadora de três professores. O principal resultado pretendido é um conjunto de elementos críticos propostos ao projeto, que possam enriquecê-lo sobremaneira, consolidando a dissertação final;
  • Revisão crítica da amplitude da dissertação, até então exagerada, para, sem reduzir o nível de trabalho, adequá-lo ao que é, na realidade, o conceito de dissertação, uma introdução à pesquisa e ao processo de reflexão crítica.

 

Números de Titulados no Mestrado da EPUSP

 

Ano

Nº de
Titulados

Ano

Nº de
Titulados

Ano

Nº de
Titulados

1970

04

1980

36

1990

117

1971

29

1981

58

1991

107

1972

19

1982

68

1992

115

1973

26

1983

78

1993

167

1974

25

1984

78

1994

74

1975

26

1985

67

(1º em.)

 

1976

47

1986

59

   

1977

39

1987

62

   

1978

67

1988

84

   

1979

60

1989

101

   

Totais

342

 

691

 

580

Total Geral

       

1613

Como conseqüência, foi introduzida uma nova dinâmica no programa, cujo reflexo começa a ser observado em dados numéricos. O quadro acima mostra a evolução do número de titulados na EPUSP desde o início do programa até o final do primeiro semestre de 1994.

Observa-se que desde o início vem ocorrendo um aumento consistente, embora irregular, no número de titulados e que há um salto expressivo no ano de 1993.

Os alunos regulares de Mestrado matriculados no início de cada ano letivo estão no quadro abaixo, onde se observa um crescimento apreciável em 1992.

Números de alunos do Mestrado inscritos regularmente no programa de cada ano letivo
Ano Alunos
1990 742
1991 773
1992 814
1993 836

A CPG dispõe ainda de outros dados e informações, tais como os titulados por área de concentração, alunos especiais e alunos de Doutorado, que não foram aqui reproduzidos por estarem fora do escopo deste trabalho se propõe.

A nova estruturação proposta e implementada deu outra dinâmica aos cursos, melhor atendendo aos docentes e a outros profissionais, mas nem todos os problemas foram resolvidos. Um dos grandes desafios que ainda persistem é o do tempo médio de titulação. A média da Escola continua acima dos padrões da CAPES.

O tempo médio de titulação tende a ser normalmente ampliado pelos docentes ao se auto-exigirem um trabalho final do mais alto nível e de razoável amplitude, tornando as dissertações próximas a teses de Doutorado.

Os alunos não-docentes, que estão empregados, consomem um tempo maior no programa, por impossibilidade de dedicação mais intensa, em razão das funções que continuam desempenhando em suas empresas.

O tempo médio tende a ser reduzido pelos alunos bolsistas, cujo período no programa tende a ser menor pela dedicação integral.

Para induzir os alunos a um estágio menor no curso, a CPG, além das modificações introduzidas, já anteriormente referidas, tomou algumas providências, tais como:

Somente conceder trancamento no curso com justificativa de viagens ou transferências de localidade por razões profissionais, bem como por motivos de ordem médica. Os demais casos somente são atendidos após realização do exame de qualificação; Estabelecer um prazo de 3 (três) anos do início do programa para a realização do exame de qualificação.

A CPG admite ainda que no futuro pode ser considerada a hipótese de reduzir o prazo máximo do curso a 3 (três) anos. Hoje, este prazo é de 5 (cinco) anos, com possível trancamento do curso por até dois anos. Outros aspectos do prazo estão associados com um maior envolvimento dos orientadores e com a pura e simples eliminação do trancamento.

O número atual de professores na Escola Politécnica, em todos os níveis de titularidade, é de 568. Como se observa, o programa, inicialmente criado para atender às necessidades de carreira do pessoal docente, evoluiu no tempo para números muito acima destas necessidades.

Além do pessoal docente da Escola, o programa atende a professores de outras unidades e instituições do país e do exterior, bem como um número apreciável de profissionais não-docentes pelas razões expostas quanto à motivação para o Mestrado. Esta mesma motivação acabou por gerar um novo tipo de demanda que precisa ser considerada e que abordaremos a seguir.



A especialização de longo prazo:
uma proposta para atender novas demandas

Ao que foi exposto quanto às razões para a busca do título de Mestre, soma-se uma demanda diferenciada gerada por empresas e instituições. O acirramento da competição onde a componente técnica constitui um elemento essencial, trouxe para as empresas a necessidade de profundas reformulações. Estas reformulações implicam na necessidade de competência e capacitação profissional aliadas a uma forma de administração compartilhada, onde os processos são mais importantes que as divisões funcionais e os novos conceitos igualmente aceitos e valorizados por todos.

Uma resposta a estes desafios, para muitas empresas, tem sido a procura de preparação de seu pessoal de característica ampla, homogênea e em alto nível, onde a aspiração maior é o Mestrado.

Por outro lado, instituições regionais, que abrigam empresas de um mesmo setor, estão sofrendo pressões de profissionais a elas filiados para a viabilização de cursos em nível de Mestrado para o atendimento de suas necessidades, face a novos cenários que se apresentam.

O curso de Mestrado, em sua atual formatação, não tem como atender, senão em parte, a estas novas demandas. Não há como prover um curso específico para uma empresa ou instituição na sua atual concepção, quer em função do engajamento dos professores para cargas didáticas adicionais e novas pesquisas específicas, quer em nível de amplitude de atendimento em face do número de interessados.

Sem quebrar o status quo do Mestrado, cuja valia deve ser mantida integralmente, entendemos que a Escola Politécnica pode tender a estas novas solicitações através dos denominados cursos de especialização de longo prazo. Diferentemente dos cursos de especialização de curto prazo, subordinados à Pró-Reitoria de Extensão, os cursos de especialização de longo prazo são vinculados à Pró-Reitoria de Pós-Graduação. Para caracterizar diferenciações entre os dois, além do prazo de duração, a Pró-Reitoria de Pós-Graduação nomeou duas comissões, divididas por áreas de conhecimento, para estudar e propor uma melhor estruturação para estes cursos. Estas comissões estão, no momento, desenvolvendo seus trabalhos.

Algumas das características que deverão ser contempladas dizem respeito ao tempo de atividades mínimas de 720 horas e a possibilidade de disciplinas serem ministradas por especialistas, independentemente de titulação acadêmica, do país ou do exterior. As atividades desenvolvidas podem abranger pesquisas e estágios e poderá ocorrer cobrança de taxas. Estes cursos são considerados lato-sensu, têm grande flexibilidade e devem ser credenciados junto à CPG e à Pró-Reitoria de Pós-Graduação.

As comissões deverão propor também, e esta é uma proposta importante, uma vinculação entre o lato e o stricto sensu, de tal forma que o título de Especialista seja equivalente a uma certa porcentagem dos créditos necessários ao Mestrado.

Estabelecida esta ponte e uma vez aceito no programa de Mestrado, o aluno com o título de Especialista deverá obter alguns créditos adicionais para estar em condições de apresentar um projeto de dissertação para o Exame de Qualificação.

Esta vinculação traz em si algumas possibilidades interessantes:

  • Será possível desenvolver cursos de especialização, com temas específicos, para empresas e instituições em nível de Mestrado, abrangendo um número expressivo de entidades;
  • Os alunos aprovados em tais cursos terão atendidas suas necessidades de aprofundamento e complementação de conhecimentos, além de receberem um título valorizado pelo seu conteúdo intrínseco, dado pelo nível do curso, bem como pelo direito a créditos no programa de Mestrado;
  • Os alunos interessados na obtenção do título de Mestre podem considerar o curso de Especialização como parte daquele programa;
  • O curso de Mestrado permanece com suas atuais características, sendo apenas aberto um novo caminho para a obtenção de créditos.



Quadro Estatístico de Pós-Graduação pela EPUSP – Mestrado


Ano / Área
 

69
 

70
 

71
 

72
 

73
 

74
 

75
 

76
 

77
 

78
 

79
 

80
 

Total
 
Eng. Alimentos 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 01 1
Eng. Mecânica 00 01 02 02 02 00 00 02 01 03 03 02 18
Eng. Metalúrgica 00 01 06 01 01 01 00 02 02 05 02 01 22
Eng. Mineral 00 01 01 00 01 00 00 02 04 00 00 00 9
Eng. Naval 00 00 02 01 02 01 00 03 04 06 03 02 24
Eng. Produção 00 01 04 02 01 02 04 00 01 05 01 02 23
Eng. Química 00 03 04 03 08 05 03 03 05 04 05 05 48
Eng. de Transportes 00 00 01 00 00 00 00 00 00 01 00 01 3
Eng. de Estruturas 00 00 02 00 00 00 01 01 01 06 10 02 23
Eng. de Solos 00 00 01 00 00 02 01 00 00 01 00 01 6
Eng. de C. Civil Urbana 00 01 04 02 01 02 00 00 00 06 09 03 28
Eng. Hidráulica 00 01 04 00 01 00 00 04 01 02 07 02 22
Eng. Elétrica 00 08 09 07 07 10 10 15 08 14 16 14 118
Matemática 01 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 1
Inst. Energia Atômica 03 12 14 01 02 02 07 15 12 14 04 00 86
Total Geral 04 29 54 19 26 25 26 47 39 67 60 36 432



Quadro Estatístico de Pós-Graduação pela EPUSP – Mestrado



Ano / Área

 
 

81
 

82
 

83
 

84
 

85
 

86
 

87
 

88
 

89
 

90
 

91
 

92
 

93
 

Total
Eng. Alimentos 05 02 02 00 01 01 01 01 00 04 01 03 06 27
Eng. Mecânica 01 03 03 01 04 06 02 05 09 15 12 08 21 90
Eng. Metalúrgica 01 02 05 05 08 06 02 08 03 08 07 09 14 78
Eng. Mineral 02 00 00 02 00 00 01 02 05 03 01 03 01 20
Eng. Naval 04 02 11 05 03 04 05 03 08 06 07 06 06 70
Eng. Produção 02 04 04 00 01 00 03 05 02 04 03 05 07 40
Eng. Química 03 16 15 08 09 07 09 07 08 10 12 21 14 139
Eng. Transportes 03 02 05 02 03 01 01 06 05 12 05 02 06 53
Eng. de Estruturas 10 09 06 10 09 06 03 07 04 02 03 09 06 84
Eng. de Solos 05 01 04 04 04 01 04 06 07 03 04 00 02 45
Eng. de C. Civil Urbana 05 12 06 11 10 07 08 06 14 08 14 09 15 125
Eng. Hidráulica 06 06 05 12 03 10 10 09 05 09 07 07 14 103
Eng. Elétrica 11 09 12 18 12 10 13 19 31 33 30 33 55 286
Total Geral 58 68 78 78 67 59 62 84 101 117 106 115 167 1160



Quadro Estatístico de Pós-Graduação pela EPUSP – Mestrado



Ano / Área

 
 

94
 

95
 

96
 

97
 

98
 

99
 

00
 

01
 

02
 

03
 

04
 

05
 

06
 

Total
Eng. Mecânica 14 16                       30
Eng. Metalúrgica 16 19                       35
Eng. Mineral 08 13                       21
Eng. Naval 06 08                       14
Eng. Produção 06 09                       15
Eng. Química 18 15                       33
Eng. Transportes 04 10                       14
Eng. de Estruturas 11 07                       18
Eng. de Solos 05 05                       10
Eng. de C. Civil Urbana 10 05                       15
Eng. Hidráulica 10 03                       13
Eng. de Sistemas 03 01                       4
Microeletrônica 09 04                       13
Sistemas Digitais 13 09                       22
Sistemas Eletrônicos 06 05                       11
Sistemas de Potência 06 11                       17
Total Geral 145 140                       285



Quadro Estatístico de Pós-Graduação pela EPUSP – Doutorado



Ano / Área

 
 

55
 

56
 

57
 

58
 

59
 

60
 

61
 

62
 

63
 

64
 

65
 

66
 

Total
Eng. Mecâ-nica 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 02 02
Eng. Metalúrgica 00 00 00 00 00 00 00 00 01 00 00 00 1
Eng. Mineral 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 01 1
Eng. Naval 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 01 1
Eng. Produção 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 01 00 1
Eng. Química 02 00 00 01 01 01 00 00 01 02 00 00 8
Eng. de Transportes 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 0
Eng. de Estruturas 00 00 00 00 00 00 00 00 00 04 00 01 5
Eng. de Solos 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00
Eng. de C. Civil Urbana 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00
Eng. Hidráulica 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00 00
Eng. Elétrica 00 00 00 00 00 00 00 01 00 01 00 01 3
Matemática 00 00 00 00 00 00 00 02 00 00 00 01 3
Total Geral 2 0 0 1 1 1 0 3 2 7 1 7 25



Quadro Estatístico de Pós-Graduação pela EPUSP – Doutorado



Ano / Área

 
 

67
 

68
 

69
 

Total
Eng. Mecânica

 

00 01 00 1
Eng. Metalúrgica

 

00 02 00 2
Eng. Mineral

 

04 01 00 5
Eng. Naval

 

00 01 00 1
Eng. Produção

 

00 00 00 0
Eng. Química

 

01 00 00 1
Eng. de Transportes 00 00 00 0
Eng. de Estruturas

 

03 02 01 6
Eng. de Solos

 

00 00 00 0
Eng. de C. Civil Urbana

 

00 00 00 0
Eng. Hidráulica

 

00 00 00 0
Eng. Elétrica

 

01 05 04 10
Matemática

 

02 00 00 2
Total Geral

 

11 12 5 28



Quadro Estatístico de Pós-Graduação pela EPUSP – Doutorado



Ano / Área

 
 

70
 

71
 

72
 

73
 

74
 

75
 

76
 

77
 

78
 

79
 

80
 

81
 

Total
Eng. Mecânica 01 00 02 06 00 01 00 00 00 00 00 00 10
Eng. Metalúrgica 04 00 00 01 01 00 00 02 00 01 00 00 9
Eng. Mineral 00 00 01 `02 00 00 00 00 00 00 00 00 3
Eng. Naval 00 00 00 02 00 00 02 02 00 00 00 02 8
Eng. Produção 02 01 00 04 00 01 00 01 01 00 01 00 11
Eng. Química 01 01 04 05 00 00 01 04 01 01 02 02 22
Eng. de Transportes 00 00 01 02 00 00 00 00 00 00 00 00 3
Eng. de Estruturas 01 00 04 06 00 00 00 00 00 01 00 00 12
Eng. de Solos 00 00 00 00 00 00 00 00 01 00 00 00 1
Eng. de C. Civil Urbana 00 00 00 01 00 00 00 00 00 00 00 00 1
Eng. Hidráulica 00 00 01 `05 00 00 00 00 01 01 00 02 10
Eng. Elétrica 00 02 02 04 02 02 01 02 04 03 05 06 33
Total Geral 9 4 15 38 3 4 4 11 8 7 8 12 123



Quadro Estatístico de Pós-Graduação pela EPUSP – Doutorado



Ano / Área

 
 

82
 

83
 

84
 

85
 

86
 

87
 

88
 

89
 

90
 

91
 

92
 

93
 

Total
Eng. Mecânica 00 01 01 00 00 00 01 03 01 00 02 04 13
Eng. Metalúrgica 00 01 05 00 00 01 03 01 01 03 05 02 22
Eng. Mineral 00 01 00 00 00 00 00 04 02 03 01 00 11
Eng. Naval 01 04 02 02 01 02 01 01 01 00 01 00 16
Eng. Produção 01 04 00 00 00 01 00 00 00 04 00 03 13
Eng. Química 02 01 05 06 03 07 07 05 06 08 05 07 62
Eng. Transportes 00 00 00 00 00 00 00 03 01 04 03 07 18
Eng. de Estruturas 00 00 01 01 01 01 01 04 03 06 04 05 27
Eng. de Solos 00 00 00 00 00 00 01 01 00 00 02 02 6
Eng. de C. Civil Urbana 00 00 00 04 01 06 02 03 04 03 08 06 37
Eng. Hidráulica 00 00 02 02 03 01 03 05 06 03 04 09 38
Eng. Elétrica 08 03 03 07 08 06 05 15 10 09 06 13 93
Total Geral 12 15 19 22 17 25 24 45 35 43 41 58 356



Quadro Estatístico de Pós-Graduação pela EPUSP – Doutorado



Ano / Área

 
 

94
 

95
 

96
 

97
 

98
 

99
 

00
 

01
 

02
 

03
 

04
 

05
 

06
 

Total
Eng. Mecânica 05 06                       11
Eng. Metalúrgica 03 02                       5
Eng. Mineral 02 03                       5
Eng. Naval 01 02                       3
Eng. Produção 05 05                       10
Eng. Química 06 05                       11
Eng. Transportes 00 07                       7
Eng. de Estruturas 03 07                       10
Eng. de Solos 00 02                       2
Eng. de C. Civil Urbana 05 08                       13
Eng. Hidráulica 04 04                       8
Eng. de Sistemas 00 04                       4
Microeletrônica 03 01                       4
Sistemas Digitais 02 04                       6
Sistemas Eletrônicos 02 03                       5
Sistemas de Potência 04 07                       11
Total Geral 45 70                       115


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