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A qualidade de ensino e sistemas de avaliação Exame Nacional de CursosMarcos José
Tozzi
Instituído pela Lei n° 9.193 , de 24/11/95;
Portaria n° 675, de 27/06/96: Define os cursos a serem avaliados em 1997:
Exame Nacional de Cursos:Um Instrumento de Avaliação para a Melhoria da Qualidade do Ensino de Graduação *Objetivos: Contribuir para uma avaliação mais ampla dos Cursos de Graduação e não para medir desempenho individual dos formandos; Alimentar os processos de decisão e de formulação de ações voltadas para a melhoria dos Cursos de Graduação; Complementar as avaliações mais abrangentes das instituições. O resultado do exame terá um papel complementar, devendo ser associado aos resultados de um conjunto mais amplo de dados que compõem o processo avaliativo ( PAIUB , SESu , CAPES , SEEC ). Observação: O estudante que prestou o exame será o único a ter conhecimento de seu desempenho individual.
Quando é realizado: anualmente, entre maio e junho. Em 1996: 10/11. Quem presta o exame: todos os alunos que deverão concluir o Curso durante o ano. É condição obrigatória para a obtenção do diploma. Como se inscrever no exame: A inscrição é de responsabilidade da instituição de ensino. Será efetuada em julho/96. Quem formula o exame: A Comissão do Curso é responsável pela definição do conteúdo programático a ser avaliado. Elaboração e aplicação das provas: As provas serão elaboradas e aplicadas por entidades sem fins lucrativos. Essas entidades não pertencem ao Ministério da Educação e do Desporto e nem às Instituições de ensino que serão avaliadas. Divulgação dos resultados: O relatório técnico do exame trará resultados por Curso, Município, Estado e Região. Pretende-se associar o resultado do exame a informações relativas ao perfil sócio-econômico do aluno, ao desempenho do aluno ao longo do curso (IRA, ...), etc. * ( Documento recebido pela Comissão do Curso de Engenharia Civil em 22/05/96, em Brasília )
Relatório da Comissão do Curso de Engenharia CivilPrincípios Considerar os diversos elementos que integram a vida de uma instituição de ensino superior (ensino, pesquisa e extensão, infra-estrutura, titulação, experiência profissional e regime de trabalho do corpo docente, estrutura organizacional, etc. ); Respeitar a identidade institucional, a diversidade de propósitos e preservar a flexibilidade curricular, considerando-as no contexto das inúmeras diferenças regionais; Possibilitar o acompanhamento da evolução da instituição.
Contribuir para a avaliação das instituições que ministram cursos de Engenharia Civil, constituindo-se em um dos parâmetros definidores do êxito no processo ensino-aprendizagem, no intuito de possibilitar ações voltadas à melhoria da qualidade do ensino; Avaliar se a formação básica dos graduandos dos cursos de Engenharia Civil os habilita a enfrentar problemas e conceber soluções relativas às atividades profissionais rotineiras e a situações decorrentes da evolução tecnológica; Verificar em que medida o ensino de graduação ministrado nessas instituições está possibilitando a formação de profissionais conscientes do seu papel como agente de transformação social.
Sólida formação básica, indispensável ao exercício profissional do Engenheiro Civil, aliada à capacidade para enfrentar e solucionar os problemas atuais da área e para buscar contínua atualização e aperfeiçoamento; Formação generalista nas diversas áreas da Engenharia Civil: Construção Civil, Geotecnia, Transportes, Recursos Hídricos, Saneamento Básico e Estruturas; Capacidade de utilização da informática como instrumento do exercício da Engenharia Civil; Domínio das técnicas básicas de gerenciamento e administração dos recursos utilizados na profissão; Capacidade de trabalho em equipes multidisciplinares; Formação ético-profissional; Formação que lhe propicie sensibilidade para as questões humanísticas, sociais e ambientais.
Capacidade de raciocínio espacial;
ConteúdoMatérias de Formação Básica
O Exame Nacional de Cursos busca a avaliação da instituição através das habilidades e conhecimentos adquiridos pelos seus formandos. O processo de avaliação deve fundamentar-se em uma metodologia capaz de garantir a construção de indicadores adequados. O resultado do processo de avaliação não deve estar vinculado a mecanismos de punição ou premiação, mas sim ao fornecimento de subsídios para a tomada de decisões, planejamento e administração das Instituições visando a melhoria de sua qualidade de ensino.
Formandos em Engenharia Civil - 1993 -
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| Região | Estado | Total | 2ºSemestre | 2ºSem/ Total(%) |
Região/ Brasil(%) |
| Norte | AM RR PA |
52 0 123 |
15 0 86 |
28,8 - 69,9 |
- - - |
| Norte | - | 175 | 101 | 57,7 | 3,8 |
| Nordeste | MA PI CE RN PB PE AL SE BA |
53 31 146 53 82 238 49 30 184 |
29 14 85 16 35 132 17 14 107 |
54,7 45,1 58,2 30,1 42,6 55,4 34,6 46,6 58,1 |
- - - - - - - - - |
| Nordeste | - | 866 | 449 | 51,8 | 19,0 |
| Sudeste |
MG ES RJ SP |
902 52 342 1.354 |
537 31 217 1.135 |
59,5 59,6 63,4 83,8 |
- - - - |
| Sudeste | - | 2.650 | 1.920 | 72,4 | 58,2 |
| Sul |
PR SC RS |
324 111 229 |
247 76 134 |
76,2 68,4 58,5 |
- - - |
| Sul | - | 664 | 457 | 68,8 | 14,6 |
| C. Oeste |
MS MT GO DF |
43 34 98 26 |
0 21 67 14 |
0 61,7 68,3 53,8 |
- - - - |
| C. Oeste | - | 201 | 102 | 50,7 | 4,4 |
| Brasil | - | 4.556 | 3.029 | 66,5 | 100,0 |
| Região | Estado | Total | Total/ Região (%) |
Região/ Brasil (%) |
| Norte | AM RR PA |
1 1 2 |
25,0 25,0 50,0 |
- - - |
| Norte | - | 4 | 100,0 | 3,8 |
| Nordeste | MA PI CE RN PB PE AL SE BA |
1 1 2 2 2 3 1 1 3 |
6,2 6,2 12,5 12,5 12,5 18,7 6,2 6,2 18,7 |
- - - - - - - - - |
| Nordeste | - | 16 | 100,0 | 15,2 |
| Sudeste |
MG ES RJ SP |
14 1 14 32 |
23,0 1,6 23,0 52,4 |
- - - - |
| Sudeste | - | 61 | 100,0 | 58,1 |
| Sul |
PR SC RS |
5 4 9 |
27,8 22,2 50,0 |
- - - |
| Sul | - | 18 | 100,0 | 17,1 |
| C. Oeste |
MS MT GO DF |
1 1 3 1 |
16,6 16,6 50,0 16,6 |
- - - - |
| C. Oeste | - | 6 | 100,0 | 5,7 |
| Brasil | - | 105 | - | 100,0 |
MEC / SEDIAE. Exame Nacional de Cursos: Um instrumento de avaliação para a melhoria de qualidade do ensino da graduação. maio, 1996 .
MEC / SEDIAE. Relatório da Comissão do Curso de Engenharia Civil. junho, 1996.
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