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Estrutura curricular e propostas inovadoras Estrutura Curricular e Propostas InovadorasJoão Sergio
Cordeiro
A estrutura curricular deve expressar os objetivos de formação de um profissional que esteja apto para responder aos anseios da sociedade quanto à solução dos seus problemas. No caso do engenheiro, esse profissional deve ser formado para entender e efetuar transformações no ambiente sempre buscando a melhoria da qualidade de vida da população. Para isso, a estrutura curricular deve enfatizar questões que contemplem tópicos de:
A Resolução 48/76 do Conselho Federal de Educação de 27 de abril de 1976, estabeleceu as carreiras de Engenharia e suas habilitações definindo os currículos mínimos através de matérias. Foram estabelecidas as seguintes habilitações: Civil, Mecânica, Elétrica, Metalurgia, Minas e Química. Através da Portaria Ministerial n.º 1693 de 05 de dezembro de 1994, foi criada a sétima área denominada Engenharia Ambiental. Para todas essas habilitações foram definidas matérias de formação: básica, geral e profissional. As matérias de formação básica e geral têm como principal aspecto formar o futuro profissional com conhecimentos científicos nas áreas de Matemática, Física, Química, Processamento de Dados, Desenho, Eletricidade, Mecânica, Resistência dos Materiais, Fenômenos de Transporte, Ciências do Ambiente, Humanidades e Ciências Sociais. Dessa forma, foram estabelecidas pela Resolução 48/76 disposições gerais sobre essas matérias que valem para todas as habilitações. Já para as matérias de formação profissional foram definidos elencos específicos para cada habilitação. No entanto, duas características básicas foram estabelecidas: segurança e normalização como sendo fundamentais para a formação do profissional. Para isso são dedicadas algumas recomendações que enfatizam a necessidade do engenheiro ser exposto ao longo de todas as matérias de formação profissional e aspectos sobre esses temas. Outro fato importante a ser citado é que resolução específica nas recomendações sobre a estrutura curricular: "As referências feitas ao desdobramento das matérias em disciplinas e as indicações de cargas horárias, devem ser entendidas como opinião das respectivas comissões especiais que elaboraram os vários documentos, constituindo recomendações, sem dúvida de grande valor, mas que devem ser analisadas pelas instituições de ensino dentro das peculiaridades locais existentes, e das ênfases que se desejam imprimir às habilitações ministradas ..." Percebe-se então, que a flexibilidade legada pela Resolução 48/76 é ampla, ficando a instituição aberta às reformulações. Deve-se ressaltar que a estrutura empreendida pela Resolução discutida foi elaborada levando-se em conta aspectos importantes da questão da formação do futuro engenheiro. Dessa maneira, foram introduzidas matérias com grau de modernidade impar. Na matéria Processamento de Dados, a Resolução 48/76 "sugere" que sejam abordados tópicos amplos de conhecimento de linguagem, técnicas de programação, sistemas operacionais, programas e aplicativos típicos em Engenharia, entre outros. Em nenhum momento foram fixados aspectos que direcionasse qual linguagem a ser ministrada, por exemplo. Outro ponto importante é que a resolução reforça a necessidade da integração do processamento de dados com os aplicativos e métodos utilizados na Engenharia, indicando que sejam abordados temas como simulação e otimização, assim como a integração com o cálculo numérico da matéria Matemática. As sugestões apresentadas foram extraídas das conclusões de dois seminários que contaram com a participação de professores especializados no ensino de computação para alunos de cursos de Engenharia e profissionais atuantes em firmas de Engenharia. No atual momento, com a evolução dos equipamentos e dos programas desenvolvidos, fica clara a importância de se utilizar sistemas modernos que flexibilizam o ensino da engenharia. Dessa forma, não há necessidade de se modificar os currículos e sim as ferramentas que devem ser utilizadas à medida que surgem novas modificações. Programas aplicados tais como: Matemática, Maple, Matlabe, CAD/CAN, GIS, são exemplos do dinamismo que a área apresenta. Dentre as matérias de formação geral: Humanidades e Ciências Sociais e Ciências do Ambiente, foram estabelecidos critérios amplos que fornecem à instituição grande flexibilidade para compor suas disciplinas. No caso de Humanidades e Ciências Sociais estabeleceu-se que a ementa deve conter: "Assuntos de natureza humanística, a critério da instituição, incluindo-se obrigatóriamente os temas sociais e jurídicos necessários à formação do engenheiro." Na questão de Direito, foi recomendado que o responsável pelo ensino possuísse experiência de advogado e consultor em atividades ligadas à engenharia. A matéria Ciências do Ambiente introduzida no currículo mínimo através da Resolução 48/76, tem como principal objetivo colocar o futuro engenheiro em contato com as condições ambientais e as consequências e transformações sofridas pelo meio ambiente frente às ações do homem, incluindo principalmente aquelas decorrentes dos serviços de engenharia; deve além disso, discorrer sobre o ferramental disponível pelo engenheiro para o controle e busca de soluções para os possíveis efeitos danosos dessas ações. "A biosfera e seu equilíbrio. Efeitos da tecnologia sobre o equilíbrio ecológico. Preservação de recursos naturais." A Resolução 48/76 expressa a necessidade de conexões entre essa matéria, tópicos da matéria Humanidades e Ciências Sociais e outras da formação profissional cuja temática está intimamente ligada ao meio ambiente. Nota-se que essa matéria tem a intenção de fornecer ao profissional a visão da busca do equilíbrio entre o meio ambiente físico e as ações decorrentes das atividades humanas. A busca da qualidade com a introdução das Normas ISO 9000, ISO 14000 (em implantação), a discussão das futuras ISO 18000, a inovação tecnológica, a integração do Brasil com o Mercosul, Mercado Comum Europeu, o NAFTA e o papel a ser desempenhado pelo engenheiro na virada do século, tem levado as entidades que têm cursos de Engenharia a discutir quais as adaptações a serem realizadas nos currículos que permitam chegar à formação adequada do engenheiro. Essas questões devem ser discutidas desde o primeiro momento do aluno nos cursos de engenharia. Considerando-se as matérias de formação profissional, a Resolução é enfática no parágrafo segundo do artigo 8º, que as mesmas devem contemplar tópicos relativos à normalização. Além disso, os aspectos de segurança são também ali colocados como essenciais. Tomando-se como base essas premissas, as recomendações empreendidas para o enfoque das questões de normalização destacavam, já nessa época, a qualidade como fator primordial. Assim, na alínea "e" do ítem "Normalização e Ensino de Engenharia" do documento "Cursos De Engenharia: Autorização, Reconhecimento e Funcionamento" MEC (1977) se destacava o seguinte: "Qualidade industrial: qualidade do produto, bens e seviços; marca de conformidade às normas; forma de certificação; controle de qualidade à normalização como auxílio e defesa do consumidor." Pode-se perceber que essas questões colocadas em 1976 somente no final dos anos 80 e início dos anos 90 é que têm recebido atenção mais ampla. Quanto à segurança, a resolução mostra que não existe a intenção de formar especialistas na área, mas sim, criar uma mentalidade preventiva na atuação do futuro profissional, qualquer que seja a habilitação. Como foi colocado, trata-se de ressaltar a importância da segurança primeiramente na concepção do projeto e em seguida na sua execução e operação dos sistemas. Essas questões são hoje mais sensíveis, uma vez que já existe a figura do Engenheiro de Segurança com regulamentação bem definida. Além disso, a futura série de normas ISO-18000 ganha força e deve ser implementada no início do próximo século. No Seminário Latino Americano de Integração Curricular realizado em 1994 com apoio da UNESCO, ficou evidente que as discussões se canalizaram para a busca de uma nova estrutura curricular que permitisse grande abrangência de conhecimentos. Na oportunidade foram analisados estruturas curriculares de 14 instituições do Brasil, Argentina, Uruguai, Bolívia e Paraguai. No caso do Brasil, ficou evidente que existe grande uniformidade nas estruturas curriculares apresentadas, na sua maioria com elevada carga didática e estruturas muito parecidas. Os problemas apresentados pela maioria das instituições têm a mesma tônica, e se discutia com intensidade a necessidade de refomulação curricular através do Ministério da Educação. Imaginando-se as necessidades de conhecimento dos futuros profissionais, verifica-se que a grande maioria dos envolvidos no ensino de Engenharia tem razões quanto ao temário. De fato a evolução tecnológica tem se desenvolvido com extrema rapidez, o que faz com que os responsáveis pelo ensino da Engenharia tenham que estar acompanhando atentamente essas transformações. Existe a necessidade de mundanças curriculares para se efetuar essa atualização? O que se espera do futuro profissional? Quais as ferramentas que devem ser colocadas à disposição do aluno para que ele atinja a maturidade e conhecimentos necessários? Como deve estar preparado o professor para que esse aluno possa receber as informações pertinentes? Como o ensino das matérias de formação básica pode auxiliar na formação profissional do futuro engenheiro? Queixa-se por exemplo que as matérias básicas são escravizadoras e desmotivadoras, além de estabelecer uma indesejável desarticulação entre matérias básicas e os campos profissionais de sua aplicação. Deve-se esclarecer que não existe o conceito de um ciclo básico na legislação. Há liberdade e abertura para outros modelos de organização curricular como, por exemplo, através de uma maior verticalização para as disciplinas de formação básica, com sua parte mais operacional administrada à semelhança dos processos de produção industrial modificados pelo just in time. Há queixas também em diversas áreas com relação à obrigatoriedade da ministração de disciplinas de formação geral como, por exemplo, Fenômenos de Transporte e Resistência dos Materiais nas habilitações da área elétrica. Esquece-se que essas disciplinas não são obrigatórias, mas sim as matérias que têm esses nomes, e que as mesmas poderão, com um adequado planejamento, ser distribuídas em diferentes disciplinas afins com os seus conteúdos. Na realidade, existe a necessidade de que dirigentes (diretores, chefes de departamentos, coordenadores de curso) sejam bem esclarecidos quanto à legislação e sua flexibilidade. É comum que essas pessoas sejam galgadas a esses postos sem o conhecimento prévio da legislação pertinente. Isso provoca distorções e interpretações equivocadas, fazendo com que ações decorrentes não atinjam objetivos desejados. Em 1995 com o programa PRODENGE e o subprograma REENGE as discussões sobre a formação do futuro profissional em engenhaira se expandiu e tem propiciado que os envolvidos na questão empreendam ações diversas no sentido de busca de melhoria . Nesse processo estão envolvidas: FINEP, CAPES, CNPq, SESU e Universidades, formando um grande forum de discussão. Na Revista "Engenheiro 2001" publicada em agosto de 1996 o Prof. Marcius F. Giorgetti, Presidente da Comissão de Especialistas de Ensino de Engenharia do MEC, quando questionado sobre a necessidade de reformas revolucionárias no ensino de engenharia no Brasil enfatiza: "... eu acho que não precisa, pois o Brasil possui desde 1976 uma peça de legislsção estabelecendo a estrutura curricular de engenharia que é incomparável pela sua clarividência e flexibilidade. Trata-se da Resolução 48/76-CFE. Infelizmente é tão mal utilizada pelo sistema que se torna premente um programa para reaprender a utilizá-la."
Poderiam ser destacadas várias experiências inovadoras em cursos espalhados pelo Brasil, sendo que essas podem ser divididas em ações:
A inovação tecnológica é mostrada na nova área de conhecimento, a sétima, definida pela Portaria Ministerial nº 1693 de 05 de dezembro de 1994 onde foi definida a "Área de Engenharia Ambiental". Essa definição vem ao encontro da tendência mundial onde as questões envolvendo o meio ambiente estarão presentes de maneira mais abrangente. Quanto aos aspectos de adequação e de novas metodologias, uma análise em anais dos COBENGE - Congresso Brasileiro de Ensino de Engenharia revelará uma quantidade razoável de trabalhos abordando aspectos de adequações curriculares diversas. Como exemplo pode ser dado o COBENGE-94 realizado em Porto Alegre, que no Painel 1 - "Adequação Curricular à Evolução Tecnológica" contou com 50 trabalhos sobre o tema, e no COBENGE - 95 realizado em Recife, no tema 3 "Reforma da Estrutura Curricular nos Cursos de Engeharia" foram apresentados 32 trabalhos. Esse fato mostra que parcela considerável de docentes têm preocupações com o assunto, apesar de se conseguir poucas transformações efetivas. Por outro lado a análise de diversos desses trabalhos evidencia as questões discutidas anteriomente quanto ao conhecimento mais profundo da Resolução 48/76. Ali podem ser encontradas afirmações que confundem matéria com disciplina, que garantem a existência de ciclo básico, que falam da inflexibilidade imposta pela mesma. Todos esses aspectos evidenciam o desconhecimento do texto básico da Resolução.
A Universidade Federal de São Carlos com 25 anos de idade iniciou suas atividades com grande enfoque tecnológico, provocando uma transformação na cidade. Em conjunto com a USP em São Carlos possibilitou o desenvolvimento de indústrias com aporte tecnológico considerável, culminando com a instalação da fábrica de motores da Wolkswagen que em outubro de 1996 iniciará seu funcionamento. O primeiro curso de engenharia da UFSCar foi o de Engenharia de Materiais que hoje se constitue em padrão de referência na área. Esse curso com ênfase em metais, polímeros e cerâmica conta hoje com alunos de todo o Brasil que a nível de graduação e pós graduação (mestrado e doutorado) forma profissionais de considerável competência. A UFSCar continuando com suas experiências inovadoras implantou nos últimos anos os cursos de: Engenharia de Produção Agroindustrial e Engenharia de Computação. Atualmente encontra-se em estudo a implantação de Engenharia Ambiental, aproveitando a vocação pelas questões ambientais imprimida pelas áreas das diversas engenharias, ciências biológicas, agrárias, sociais e de educação. Outro exemplo a ser enfocado é da estruturação do curso de Engenharia Civil.
A abrangência do curso de Engenharia Civil tem se revelado muito ampla. As cinco áreas de conhecimento tradicionais: Estruturas, Hidráulica e Saneamento, Geotecnia e Mecânica dos Solos, Transportes e Materiais de Construção se consagraram com o passar dos anos como sendo os grandes carros-chefe dessa habilitação. Considerando-se esse fato, pode-se perceber que as grades curriculares da maioria das entidades de ensino tem utilizado como ênfase a definição desses blocos de conhecimento. Mesmo administrativamente as entidades se formam em departamentos que, via de regra, leva esses nomes.
O Brasil passa por um processo de urbanização intenso. Nas últimas 4 décadas, a população urbana passou de cerca de 45% para 75% da total, fazendo com que as necessidades para o convívio humano sejam cada dia mais preocupantes. Por outro lado, a busca pelos princípios da qualidade total, hoje discutida e empreendida pelos processos industriais e de serviços, também deve ser estudada e objetivada, tanto pelas escolas de engenharia como pelas empresas que prestam serviços à população e os órgãos públicos. Quanto a essa conotação da melhoria da qualidade de produtos e serviços, a iniciativa privada tem respondido com maior efetividade do que os órgãos públicos, por exigências do mercado consumidor. No entanto a necessidade de se buscar trabalhar com maior objetividade deve ser meta de todos que têm a responsabilidade de solucionar os problemas, sejam do setor público ou privado. A urbanização acelerada, apesar da diminuição das taxas de crescimento populacional, que passaram de 2,48 (1970/1980), para 1,93 (1980/1991), tem exigido das autoridades municipais, estaduais e federais ações cada dia mais criativas e efetivas para que as soluções sejam obtidas de forma adequada. A migração e o crescimento natural dos centros urbanos têm exigido demandas crescentes de habitação, redes de água, redes de esgotos, drenagem pluvial, limpeza urbana, pavimentação, transporte, escolas, creches, centros comunitários, postos de saúde, entre outros serviços. Outro aspecto extremamente importante é a integração que cada subsistema desses indicados exige dos outros. Essa visão sistêmica por parte dos responsáveis pela administração pública está a cargo principalmente dos profissionais de engenharia que devem ser os grandes polarizadores de discussões sobre como devem ser equacionados os problemas urbanos. Não se pretende ser ingênuo e esquecer que as questões políticas sempre estarão presentes em conjunto com outros interesses, mas o engenheiro não pode se furtar do seu papel técnico e de visão ampla do urbano. A formação de um profissional com esta visão crítica e holística será diferenciada no final do século, uma vez que tais problemas tendem a crescer. O Departamento de Engenharia Civil da UFSCar, tem trabalhado no curso com essa ênfase já há alguns anos e essa experiência tem sido extremamente positiva tanto no âmbito da graduação, quanto no ensino de pós-graduação. A implantação da ISO- 14000 no final do século será realidade nos países do primeiro mundo. Assim, todos aqueles que exercem trasformações no ambiente, têm que ter claro os problemas decorrentes de tais ações. A presença dos centros urbanos por si só representa um conjunto de mudanças no meio ambiente, e portanto devem ser gerenciadas de maneira adequada. A estrutura curricular, os trabalhos efetuados no final do curso, os estágios e programas de iniciação científica e tecnológica são ferramentas indispensáveis para se obter sucesso nesse tipo de curso. O curso de Engenharia Civil na UFSCar foi criado em 1977 com características inovadoras quanto a estruturação das disciplinas, as quais foram pensadas para serem enfocadas com interdiciplinaridade. O curso possui duas ênfases:
A escolha por uma das ênfases pelo aluno se dá no oitavo período como pode ser observado nos quadros anexos.
Dois aspectos importantes na formação do futuro profissional diz respeito à motivação para o aprendizado e a busca do conhecimento, considerada como fundamental para o engenheiro do futuro. A iniciação científica e tecnológica, o estágio e os trabalhos de fim de curso são também de importância para que o futuro engenheiro trabalhando em pesquisa ou solucionando problemas da comunidade possa efetivamente desenvolver seu trabalho com mais efetividade. Importante salientar que, a iniciação científica e tecnológica tem propiciado ao profissional a evolução na desenvoltura em enfrentar desafios. A posssibilidade de analisar, desenvolver novas técnicas, ter contatos com a realidade, de se expressar de forma escrita e verbal são atividades que levam o futuro profissional a melhorar suas ações (técnicas, socais e humanísticas). Referências bibliográficasCordeiro, J. S. Giorgetti, M.F. (1996). Resolução 48/76 do CFE - Ultrapassada ou mal utilizada? Revista Engenharia, Instituto de Engenharia/SP. n.514, p.42-46, 1996. Cordeiro, J.S. (1995). O ensino de engenharia urbana para o engenheiro civil dos anos 2000. COBENGE-95. Anais, v II, p. 639-648, 1995. Diário Oficial Da União (1994). Portaria Ministerial nº 1693. Brasília, DP, 05 de dezembro, 1994. Dieter, G.E. (1994). O ensino da Engenharia nos Estados Unidos: passado, presente e futuro. Revista de Ensino de Engenharia. ABENGE, n11. p4-6, 1994. Ministério da Educação e Cultura, (1977). Curso de Engenharia: Autorização, Reconhecimento e Funcionamento. Brasília, DF, MEC/DAU. set. 267p, 1977. Ponte, M.X. Bellesi, L.M. (1996). O ensino de Engenharia para o século XXI. Belém. UNAMAZ. 107p, 1996. Sacadura, J.F. (1994). O ensino da Engenharia na Europa. Revista de Ensino de Engenharia. ABENGE, n11. p7-18, 1994. Universidade Federal de São Carlos (1995). Catálogo do Curso de Engenharia Civil. São Carlos, CCT/DEC iv. 42p, 1995. |
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